Sarandi, Quarta-feira, 05 de Agosto de 2015
SAC: 0800-7038501 - sac@usicamp.com.br

28.01.2015
20 Mil fecham rodovias em protesto do setor de cana...
28.01.2015
Aumento de impostos da gasolina trará benefício moderado para usinas, diz Fitch...
19.09.2012
BNDES financiará 1ª usina de etanol celulósico...

mais notícias >>

19.03.2012
2020: mais cana na matriz energética depende de investimentos no setor
Esta é a opinião do consultor de Emissões e Tecnologia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Alfred Szwarc, sobre um dos aspectos do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2020), divulgado em 2011.



“Apenas a sinergia entre várias ações poderá assegurar à cana uma posição sustentável em 2020. Investimentos em novas unidades produtoras, inovação tecnológica, redução de custos e uma crescente profissionalização do setor são ações que deverão ocorrer de forma simultânea. Só assim haverá uma maior oferta de cana e de seus produtos derivados,” afirma o executivo da UNICA.



As projeções que indicam o aumento do uso do etanol e da bioeletricidade nos próximos oito anos foram reafirmadas pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do MME, Altino Ventura Filho, durante participação no congresso de geração de energia EnerGen LatAm 2012, realizado no dia 30/01 no Rio de Janeiro (RJ).



Ventura enfatizou os dados publicados no PDE 2020, elaborado em junho de 2011 pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). No documento, os dois derivados da cana e o gás natural - que subirá de 10,3% para 14,4% - serão as únicas fontes de energia a aumentarem suas participações na matriz energética brasileira na próxima década.



Outro destaque está na redução da participação de duas fontes muito utilizadas no Brasil: o petróleo e a hidroeletricidade. Os recursos fósseis cairão de 36,9% para 30,4% na matriz energética nacional, mesmo com a exploração da camada pré-sal, cujo conteúdo deverá ser exportado, segundo o MME. Já a hidroeletricidade, que hoje ocupa 14,1%, deverá ter o percentual reduzido para 12,5%, deixando de ser a terceira fonte energética do País, que passará a ter o gás natural nesta posição.



Na opinião do especialista em Emissões e Tecnologia da UNICA, estas perspectivas não vão alterar a condição do Brasil como uma das nações que mais utilizam energias renováveis em todo o mundo. Atualmente, elas representam 45,5% de todas as fontes energéticas utilizadas no País, informa o último Balanço Energético Nacional (BEN 2011).



2020 e além



Os desafios para que os canaviais consigam suprir a crescente demanda por etanol nos próximos anos foram tema da plenária “2020 e além: O futuro do setor sucroenergético” no Ethanol Summit, realizado em junho do ano passado, em São Paulo (SP). O vídeo está disponível para consulta no canal do Ethanol Summit 2011 no YouTube.



Na ocasião, presidentes de seis grandes grupos produtores (LDC-SEV, São Martinho, Cosan, ETH, Guarani e Renuka), cujas empresas representam 25% de toda a produção sucroenergética no Brasil, debateram questões ligadas à logística de produção e transporte do biocombustível derivado da cana. E o consenso foi de que há um longo caminho a percorrer.



Projeções da UNICA indicam que em 2020, para abastecer 45% da frota de veículos leves que estarão em circulação no Brasil, serão necessários 50 bilhões de litros do combustível renovável. Para atender 60%, a produção terá de subir para 70 bilhões de litros.



Fonte: Valor Econômico

 

<< Voltar



Sarandi - PR ( Matriz )

Av. Antônio Volpato, nº 3680, Pq. Ind.,
CEP: 87111-011 - Cx. Postal 41
Fone: (44) 3264-8500, Fax: (44) 3264-8503,
E-mail: usicamp@usicamp.com.br
Chavantes- SP

Rua Vicente Paulo Bergamo, nº 501,
CEP: 18970-000, Chavantes – SP,
Fone: (14) 3342-1211, Fax: (14) 3342-1103,
E-mail: chavantes@usicamp.com.br
Itumbiara - GO

Via Primaria 03, Distrito Agro Industrial,
CEP: 75503-970, Itumbiara – GO,
Fone: (64) 3433-8200,
E-mail: Itumbiara@usicamp.com.br